A Verdade Está Enterrada em Programas Ultrassecretos escondidos de toda comunidade científica.
No coração da ufologia mundial, uma nova onda de revelações sacode as estruturas do poder. Um denunciante anônimo, conhecido apenas como “Gerb” (UAPGerb), expôs em entrevista exclusiva à VibeWire Magazine, em janeiro de 2026, o que descreve como um sistema de sigilo em camadas profundas que protege programas governamentais de recuperação e engenharia reversa de tecnologias não humanas.
De acordo com Gerb, esses programas operam há décadas sob o manto de compartimentalização extrema (compartmentalization), um mecanismo clássico de segurança que fragmenta o conhecimento: cada participante conhece apenas uma fração mínima do todo, impedindo que qualquer um veja o quadro completo. “É uma rede altamente compartimentalizada que funciona fora da supervisão congressional normal”, afirmou o whistleblower, ligando o esquema ao Pentágono, ao laboratório Oak Ridge e à empresa Battelle.
As camadas de sigilo descritas por denunciantes como Gerb e outros, incluindo ecos das alegações de David Grusch (ex-oficial de inteligência da Força Aérea dos EUA), incluem:
- Nível público (Unclassified): Informações liberadas ou desclassificadas, muitas vezes usadas como cortina de fumaça.
- Nível controlado (For Official Use Only): Dados restritos para evitar que peças se conectem.
- Secret e Top Secret + compartimentos codificados: Operações com nomes-código, acessíveis apenas a quem é “read into” o programa específico.
- Special Access Programs (SAPs) e Unacknowledged SAPs (USAPs): Programas não reconhecidos oficialmente, como o suposto “Immaculate Constellation” (revelado por whistleblower em 2024), que “quarentena” as melhores imagens, vídeos e testemunhos de UAPs.
Gerb alega que esses programas remontam ao final da Segunda Guerra Mundial, com fragmentos de fenômenos aéreos não identificados (UAPs) recuperados no sudoeste americano e integrados a laboratórios secretos. Um marco recente? Testes de um “módulo de propulsão engenharia reversa” em local subterrâneo no Nevada, no final de 2025.
Outros whistleblowers reforçam o padrão. David Grusch, em 2023, denunciou um programa “multi-decadas” de recuperação de naves e engenharia reversa, ao qual foi negado acesso apesar de sua posição. Ele mencionou conhecimento de “seres não humanos” e retaliações contra quem tenta romper o véu. Figuras como Lue Elizondo (ex-diretor do AATIP) e o almirante aposentado Tim Gallaudet também falam em “over-classification” herdada da Guerra Fria, com tentativas de encobrimento e informações retiradas.
Em 2026, o cenário esquenta: especialistas preveem que o aumento de whistleblowers, audiências no Congresso e pressão política (incluindo o National Defense Authorization Act de 2026) possam forçar revelações. “A evidência está se alinhando”, diz Mark Christopher Lee, diretor de documentários sobre o tema. Enquanto isso, programas como o AARO (All-Domain Anomaly Resolution Office) do Pentágono continuam negando a existência de tais tecnologias.
Aqui no Brasil, onde casos como Varginha, Operação Prato e a Noite Oficial dos OVNIs (1986) sugerem movimentações militares sigilosas, a pergunta é inevitável: será que nossos arquivos também escondem camadas semelhantes? A Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e a Revista UFO há anos cobram transparência total.
A verdade está lá fora… mas enterrada em camadas de sigilo que poucos conseguem atravessar.
O que você acha, leitor? Acredita que esses programas existem e que 2026 será o ano da grande revelação? Já ouviu relatos de sigilo profundo em casos brasileiros? Deixe sua opinião nos comentários abaixo – sua experiência pode ser a peça que falta nesse quebra-cabeça cósmico. Compartilhe este artigo e ajude a espalhar a busca pela verdade! 🛸🔒





